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Mandamentos da pedagoga Maria Montessori para os pais

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Maria Montessori escreveu pequenos mandamentos para pais de família. São orientações simples, mas se você refletir sobre elas, verá que possuem grande sabedoria em poucas palavras.

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Recomendamos a pais e mães que as leiam ao menos uma vez por ano (e coloque-as em prática). Desta maneira, é muito provável que sua relação com seus filhos melhore em qualidade e quantidade. Além disso, eles crescerão com uma personalidade mais desenvolvida e serão indivíduos mais próximos da vida em harmonia.

1- Crianças aprendem com aquilo que está a seu redor.
2 -Se você critica muito uma criança, ela aprenderá a julgar.
3- Se você elogia uma criança com frequência, ela aprenderá a valorizar.
4- Se a criança é tratada com hostilidade, ela aprenderá a brigar.
5- Se você for justo com a criança, ela aprenderá a ser justa.
6- Se você frequentemente ridicularizar a criança, ela se transformará em uma pessoa tímida.
7- Se a criança cresce sentindo-se segura, aprenderá a confiar nos outros.
8- Se você denigre a criança com frequência, ela desenvolverá um sentimento de culpa que não é saudável.
9- Se as ideias da criança são aceitas regularmente, ela aprenderá a se sentir bem consigo mesma.
10- Se você for condescendente com a criança, ela aprenderá a ser paciente.
11- Se você elogia o que a criança faz, ela conquistará autoconfiança.
12- Se a criança vive em uma atmosfera amigável, sentindo-se necessária, aprenderá a encontrar o amor no mundo.13- Não fale mal de seu filho ou filha, nem quando ele ou ela estiver por perto, nem se estiver longe.
14- Concentre-se em desenvolver o lado bom da criança, de maneira que não sobre espaço para o lado mau.
15- Escute sempre a seu filho e o responda quando ele quiser fazer uma pergunta ou comentário.
16- Respeite seu filho mesmo que ele tenha cometido um erro. Deixe para corrigi-lo depois.
17- Esteja disposto a ajudar quando seu filho estiver procurando algo, mas esteja também disposto a passar despercebido se ele já encontrou o que procurava.
18- Ajude a criança a assimilar o que ela não conseguiu. Faça isso enchendo o espaço que o rodeia com cuidado, discrição, silêncio oportuno e amor.
19- Quando se dirigir a seu filho, faça isso da melhor maneira possível. Dê a ele o melhor que há em você.

Nossos filhos são o reflexo de nós.
Não há melhor forma de ensinar do que pelo exemplo.
Um futuro melhor depende de como educamos as crianças hoje.

Nunca, nunca deixe o bebê chorando…

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Por que não se deve deixar o bebê chorar?

Durante muito tempo se pensou que o melhor para que o bebê aprenda a lição é deixar que chore, não atendê-lo no momento da ‘birra’. No entanto, um recente estudo nos alerta sobre essa prática: deixar chorar a um bebê entre 0 e 3 anos pode ser muito prejudicial para o seu desenvolvimento emocional. Por quê?

O Dr. James McKenna, diretor do Laboratório do Sono da Universidade de Notre Dame, explica que existe uma zona do cérebro, a região orbital central, que se desenvolve desde o nascimento até os 3 anos. Esta zona é a encarregada de controlar o estresse e a ansiedade. Se durante esta etapa o bebê suporta doses elevadas de estresse, sua capacidade de ‘lutar’ contra o estresse ficará prejudicada para sempre.

O que gera o estresse nos bebês

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A pergunta é: muito bem, temos que tentar que o nosso filho não sofra estresse nos seus primeiros anos de vida, mas o que gera estresse nele? Perder a sua mãe de vista? Ter que suportar barulhos fortes? Ter fome? Dor? O Dr. McKenna responde com tranquilidade: o que mais produz estresse em um bebê é se sentir desprotegido, chorar e não encontrar consolo. Chorar e não ser atendido.

Como exemplo, essa impaciência de todos os pais para que o bebê aprenda a dormir a noite toda. Algo que os bebês não estão programados. Muitos pais insistem em tentar que eles durmam o máximo possível desde o primeiro dia. E para isso, deixam que chore e chore sem parar até que durma por esgotamento. Mas, o bebê não dormirá porque tenha aprendido a lição. O bebê dormirá porque terá gerado uma série de endorfinas e outras substâncias que tentam reduzir o estresse. Ou seja, dormirá por puro cansaço. E o que ele vai tirar dessa experiência? Que não pode confiar em ninguém. Que está sozinho.

Consequências de deixar o bebê chorar

O que pode acontecer a um bebê que está sendo submetido a grandes doses de estresse nos seus primeiros 3 anos de vida? Segundo o Dr. McKenna, crescerá como uma criança que desconfia de todos, que prefere o isolamento, temerosa, com a autoestima baixa, com um vazio interior, com problemas para controlar as suas emoções, mais ansiosas e menos cooperantes.

Como evitar isso? Reforçando o vínculo com o bebê desde o início. Abraçando-o, consolando-o e atendendo-o nos seus momentos de estresse, medo ou ansiedade.

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

Fonte: http://br.guiainfantil.com/m/blog/bebes/desenvolvimentopor-que-nao-se-deve-deixar-o-bebe-chorar

8 receitas de sucos detox

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Sempre que posto fotos dos sucos verdes, rosa, amarelos ou arco-íris que preparo sempre me pedem receitas.

Eu sempre digo que não sigo receita, mas sim o quem na geladeira,

mas separei algumas combinações que realmente vale a pena testar.

Para quem não gosta de ingredientes muito fortes, como a beterraba e couve (eu amo),

é possível preparar receitas mais tradicionais, com muitas frutas e até água de coco.

Fazendo a combinação certa para o seu paladar, os sucos detox podem ser ótimos aliados de uma

vida saudável e, é claro, de uma alimentação mais light.

suco 1

       ABACAXI + ERVA-DOCE

Benefícios: A popular combinação abacaxi e erva-doce não é apenas refrescante, mas muito eficiente, pois sua ação diurética potencializa a eliminação de impurezas.
110 calorias

Ingredientes
1/2 abacaxi
1/2 bulbo de erva-doce sem as folhas
2 hastes de hortelã
1/2 copo (200 ml) de água

suco 2

BETERRABA + MAÇÃ + LIMÃO + CENOURA + GENGIBRE

Benefícios: Vegetais e raízes ricos em fibras ajudam no funcionamento do intestino e o gengibre ajuda na digestão. A principal função deste suco detox é ser fonte de fibras.
155 calorias

Ingredientes
1 beterraba pequena
Suco de ½ limão
1 maçã pequena
1 cenoura pequena
1 fatia de gengibre

suco 3

 LARANJA + LIMA + ACEROLA + MORANGO

Benefícios: Suco Imunoestimulante. A acerola, o morango, e as frutas cítricas são fontes de vitamina C, importante pra manutenção do sistema imunológico – ou seja,

ótimo pra combater um resfriado.
156 calorias

Ingredientes
Suco de uma laranja
suco de uma lima
6 acerolas
4 morangos

suco 4

UVA + GENGIBRE + CANELA

Benefícios: Tanto o gengibre quanto a canela aceleram o funcionamento do metabolismo. Eles são alimentos termogênicos, ou seja, que elevam a temperatura do corpo. Sendo assim, o organismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal e, consequentemente, consome mais calorias. As propriedades da uva roxa todos sabemos, anti-oxidantes, anti radicais livres e uma infinidade de benefícios a saúde.
155 calorias

Ingredientes
1 copo (200 ml) de suco de uva integral
2 colheres (chá) de gengibre
1 colher (café) de canela em pó

suco 5

MELANCIA + LIMÃO

Benefícios: O suco é um excelente diurético, antioxidante, digestivo e termogênico. Ainda ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e por ser rico em fibras, contribui para inibir a fome, estimulando a saciedade.
150 calorias

Ingredientes
1/4 melancia
180 ml de água de coco
1 ramo de hortelã
Suco de 1 limão

suco 6

CENOURA + PEPINO + COUVE

Benefícios: Rico em vitamina C, beta-caroteno e fibras, esse suco tem tudo para virar o queridinho entre as mulheres. Isso porque ele não só ajuda na prevenção do câncer de colo e de mama como também combate a celulite. Além disso, ele funciona como um importante eliminador de toxinas do organismo.
140 calorias

Ingredientes
1 cenoura pequena descascada ou orgânica com casca
1/2 maçã
1/2 pepino japonês com casca
1 copo (200 ml) de água de coco
1 haste de hortelã
2 folhas de couve

suco 7

MORANGO + MIRTILO + MANGA

Benefícios: Ajuda a eliminar toxinas do organismo e previne o estresse oxidativo.
151 calorias

Ingredientes
50g de morangos
50g de mirtilos
½ manga

suco 8

LICHIA + PÊSSEGO + ÁGUA DE COCO

Benefícios: O açúcar das frutas é fonte de energia saudável e a água de coco auxilia na hidratação devido a seus eletrólitos. O resultado é um suco hidratante e energético.
105 calorias

Ingredientes
6 lichias sem casca e sem sementes
1 pêssego
150ml de água de coco

Harmonizando os chakras

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“Os Vedas descrevem os seres humanos como espírito feito matéria. Somos campos de energia que se manifestam como matéria. Isto é congruente com muitos sistemas de crenças antigas – do taoismo da China antiga, aos pajés da Sibéria, América do Norte e do Sul, os antigos videntes aborígenes da Austrália e da África – pessoas que viveram muito próximas à Mãe Natureza.
Nossos corpos de energia são descritos claramente nos textos védicos. Nossa energia circula por todo o corpo, mantendo-nos saudáveis, e se acumula em um vórtice em certos pontos conhecidos como chacras (em sânscrito quer dizer literalmente Roda).
Os sete chacras principais correspondem em larga medida a uma posição física e ligados a funções das glândulas do sistema endócrino.
Elevando-se da base para a coroa, os sete chacras são: Raiz, Sacral, Plexo Solar, Coração, Garganta, Frontal e Coroa. Cada um dos sete chacras corresponde a certas emoções e o caminho para a iluminação só pode ser alcançado quando todos estiverem abertos e livres, fluindo plenamente com o fluxo da vida.
Os óleos essenciais – como agentes de energia pura e limpa – são aliados essenciais de cada um dos sete chacras para promover a limpeza e o desbloqueio das energias represadas.”

 

No último post compartilhei dicas de aromaterapia para os pequenos, então agora vou dar dicas pra nós adultos.10524332_10153062619199012_8352461033486561787_n

A dica é harmonização da energia através de aromaterapia diretamente nos chakras.

Recentemente adquiri alguns OE sinergias específicos para cada chakra, estou muito satisfeita. São da marca Lazlo.

 

 

A seguir uma tabela que ajuda a identificar quais chakras demandam maior atenção para saber qual deles trabalhar.

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Os óleos essenciais podem ser usados em difusor, massagens, colar aromático ou banhos.

Escolha o seu e harmonise-se!!!

 

1 – O CHAKRA BÁSICO

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O chakra básico, também chamado de chakra raiz ou muladhara, está localizado na base da coluna, no períneo. Possui quatro pétalas e um quadrado representando elemento terra.
A cor associada deste chakra é o vermelho.

O chakra básico está ligado ao nosso “aterramento” ou seja, à sua ligação com a terra. Este pode ser descrito como a nossa capacidade de aceitar a realidade, de “manter nossos pés no chão”. Isso significa que o chakra básico está ligado ao mundo material, trazendo a consciência e a energia para tudo que é físico.

ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA BÁSICO
*Qualquer óleo essencial de aterramento, centralização e fortalecimento são apropriadas para o chakra base. Vetiver, mirra, musgo de carvalho, benjoim, patchouly, cassia e violeta folha são muito eficazes. Algumas empresas fornecem sinergias prontas.
*Você pode usar óleos essenciais associados ao chacra básico para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir os desequilíbrios energéticos. Por exemplo, uma pessoa sonhadora pode tornar-se mais realista e aterrada através do equilíbrio do chakra básico.

 

2 – O CHAKRA SACRAL

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O chakra sacral também é chamado de chakra umbilical ousvadhisthana, está localizado na região pubiana, entre o umbigo e genitais. Este chakra possui seis pétalas, e um crescente lunar branco, sendo associado ao elemento água.

O chakra sacral representa a energia criativa, as emoções sensuais e a sexualidade. Está associado aos órgãos reprodutivos, bexiga, intestinos grosso edelgado, apêndice, sacro e região lombar. A energia do chakra sacral diz respeito à alegria de viver, criação e prazer.

ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA SACRAL
* Todos os óleos essenciais sensuais e aquecedores são apropriados para o chakra sacral. Jasmim, rosa (ou absoluto de rosa), sândalo, sálvia esclaréia, tangerina, ylang-ylang, cardamomo e gengibre são especialmente eficazes.
* Você pode usar óleos essenciais associados ao chakra sacral para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir os desequilíbrios energéticos. Por exemplo, pessoas que sofrem com frigidez, cistite crônica, problemas menstruais ou dores lombares podem se beneficiar através do equilíbrio do chakra sacral.
3 – O CHAKRA PLEXO SOLAR

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O chakra do plexo solar também é chamado de chakra manipura e está localizado no corpo áurico diretamente sobre o plexo solar físico (a boca do estômago). Tem dez pétalas azul-acinzentadas e carrega um triângulo associado ao elemento fogo. A cor do chakra do plexo solar é amarela.
O chakra do plexo solar está ligado ao poder pessoal e ao controle. É o chakra da auto expressão, relacionado ao nosso ego e personalidade. É o regulador das nossas vontades de aprendizado e comunicação e também está associado ao modo como fazemos conexões com as outras pessoas.

O chakra do plexo solar está associado ao estômago, pâncreas, fígado, vesícula biliar, baço, glândula supra-renal e digestão geral.

ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA PLEXO SOLAR
* Todos os óleos essenciais em que você encontre proteção, equilíbrio e purificação são apropriadose para o chakra do plexo solar. Juniper , vetiver, gerânio, gengibre e anis são especiamente eficazes.
* Você pode usar óleos essenciais associados ao chakra do plexo solar para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir os desequilíbrios energéticos. Por exemplo, alguém dominador ou abusivo, que não tem controle sobre sua vida, que está com raiva, pode se beneficiar de cura chakra do plexo solar.

 

4 – O CHAKRA CARDÍACO

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O chakra cardíaco também é chamado de chakra anahata, e está localizado no corpo áurico diretamente sobre o coração. Tem 12 pétalas e carrega uma estrela de seis pontas.

Representa o elemento ar (ou vento).

O chakra cardíaco se preocupa com a convivência solidária e harmoniosa do corpo e do espírito, e está associada com o coração e o peito. Ele representa o amor incondicional, o perdão, a compaixão e o amor de Deus ou o amor espiritual e divino. Quando o seu chakra cardíaco é equilibrado e forte, torna-se fácil de expressar o amor para as outras pessoas.

ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA CARDÍACO
* Todos os óleos essenciais associados ao amor são apropriados para o chakra do coração. Rosa otto, rosa absoluto, melissa, neroli, ylang-ylang, gerânio, pau-rosa e bergamota são especialmente eficazes.
* Você também pode usar óleos essenciais associados com o chakra cardíaco para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir os desequilíbrios energéticos. Por exemplo, alguém que é emocionalmente imaturo ou uma pessoa com doença cardíaca ou câncer de mama pode ser beneficiar pela cura do chakra cardíaco.

 

5 – O CHAKRA LARINGEO

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O chakra laríngeo também é chamado vishuddha e está localizado no corpo áurico na região da garganta. Tem 16 pétalas roxas e tem um círculo branco que representa a lua cheia do elemento espaço. A cor associada com chakra da garganta é azul-esverdeado.

O chakra laríngeo está relacionado com a comunicação significativa e auto-expressão. É também o centro da vontade. Ele é associado à boca, cordas vocais, traquéia e tireóide.

Quando o chakra da garganta é forte e equilibrado, é mais fácil expressar verdades e palavras espirituais mais elevadas.
ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA LARÍNGEO
Qualquer óleo essencial que ajude na auto-expressão são adequados para o chakra laríngeo. Camomila romana, camomila alemã, raiz de angélica, pau-rosa e tomilho são especialmente eficazes. Alecrim e hortelã-pimenta também são excelentes opções.
Você pode usar os óleos essenciais associados ao chakra laríngeo para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir os desequilíbrios energéticos. Os corpos energético e físico podem ser vistos operando juntos – por exemplo, quando alguém apresenta, ao mesmo tempo, dificuldades físicas, emocionais e energéticas, podem se beneficiar da cura através do equilíbrio do chakra laríngeo.

 

6 – O CHAKRA DO TERCEIRO OLHO

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O chakra do terceiro olho, também é chamado de chakra anja, está localizado no corpo áurico, no meio da testa, acima e entre as sobrancelhas. Ele tem duas pétalas branco acinzentadas e um círculo branco simbolizando a essência sutil da consciência.

O chakra do terceiro olho está ligado à intuição, sabedoria e com foco no desenvolvimento espiritual interior. A meditação regular é uma maneira ideal para abrir o terceiro olho. O chakra do terceiro olho é associado com as glândulas pineal e pituitária, medula espinhal, olhos, ouvidos, nariz e seios nasais.

ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA DO TERCEIRO OLHO
Todos os óleos essenciais que ajudem na concentração, visão e intuição são apropriados para o chakra do terceiro olho. Helichrysium, alecrim, manjericão, junípero, olíbano, mirra e tomilho são especialmente eficazes .
Você pode usar o óleo essencial associado com o chakra do terceiro olho para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir desequilíbrios energéticos. Por exemplo, uma pessoa espiritualmente não evoluída, que está preocupado com o materialismo, pode amadurecer espiritualmente através da cura chakra do terceiro olho.

 

7 – O CHAKRA CORONÁRIO

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O chakra da coroa é também chamada de sahasrara, ou “lótus de mil pétalas”, e está localizado na coroa da cabeça. É o chacra da conexão com o Universo, da nossa identificação com o Criador, com o plano espiritual e cósmico. É o chakra da alma e da nossa conexão mais pura pois, através dele, recebemos a luz divina. Violeta é a cor associada ao chakra da coroa.

É o responsável pela irrigação energética do cérebro. Também é ligado às experiências de clarividência, mediunidade e telepatia.

Quando há bloqueio nesta importante via de luz e energia, podem ocorrer doenças nervosas, perturbações mentais, crises espirituais e até perda da fé. Uma visão materialista da existência também indica uma disfunção no chakra coronário.
ÓLEOS ESSENCIAIS PARA O CHAKRA CORONÁRIO
*Todos os óleos essenciais que tragam a sabedoria divina são apropriados para o chakra da coroa: Lavanda, pau-rosa, olíbano, mirra e sândalo são especialmente eficazes.
*Você pode usar óleos essenciais associados ao chakra da coroa para fortalecer qualquer fraqueza ou para corrigir os desequilíbrios energéticos. Por exemplo, pessoas que sentem que a vida perdeu o sentido, podem se beneficiar da cura através do equilíbrio do chakra coronário.
Referências:
FARRER-HALLS ,Gill. The Aromatherapy Bible. Great Britain. Godsfield Press, 2005. P. 256 – 262.

Postado por Fran Machado

Aromaterapia para bebês e crianças

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Apaixonada por aromas que sou, fã dos OE (Óleos essencias)!!!

Hj venho compartilhar com vcs algumas dicas muito interessantes para tratar os pequenos com aromaterapia!!!

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DICAS DE AROMATERAPIA PARA BEBÊS E CRIANÇAS

Ao nascer, estamos prontos para receber informações que darão continuidade à formação de nossa personalidade e caráter. Portanto, fazer uso dos óleos essenciais no recém-nascido, opondo-se aos aromas sintéticos dos quais a indústria cosmética infantil está repleta, fará grande diferença no comportamento da criança. Sabe-se que as essências concentradas da planta, isto é, sua força vital, foram criadas para interagir com os seres humanos não só no contexto curativo fisiológico, mas principalmente no contexto psicológico.

Ao lidar com óleos essenciais em crianças, devemos nos lembrar de como elas são sensíveis em todos os aspectos. Os bebês, principalmente, possuem a pele muito sensível, o olfato e também o paladar. Aliás, bebês adoram cheiros. É como eles reconhecem o mundo em volta deles, sendo o primeiro cheiro a reconhecerem, o da mãe. Se forem bem administrados, os óleos essenciais vão se mostrar muito eficazes no trato com os bebês e crianças.

Sendo dia 12 de outubro, o Dia das Crianças, quem possui crianças e bebês em casa, sabe que todo dia é o dia deles, isto é, dia de amar, dia de festejar, dia de ser sincero, dia de compartilhar, dia de aprender tudo o que eles nos ensinam. E é certo que se aprendêssemos um pouquinho, teríamos um mundo mais fraterno.

De acordo com o livro Aromatherapy for babies and children, de Shirley Price, são mencionados alguns óleos considerados seguros para crianças e bebês:

.: Bergamota*                              .: Limão*
.: Cedro                                         .: Tangerina*
.: Camomila Romana                 .: Tea Tree
.: Cipreste                                     .: Laranja Doce*
.: Olíbano                                      .: Rosas
.: Gerânio                                     .: Alecrim
.: Gengibre                                   .: Sândalo
.: Lavanda                                    .: Ylang Ylang
*Óleos fotosensíveis. Não se expor ao sol após o uso.

Em bebês, a massagem é a forma mais utilizada em aromaterapia, porque envolve o toque e a comunicação entre a mãe e o bebê. As dicas que vamos partilhar a seguir podem ser usadas com segurança, porém, em caso de dúvida, procure sempre um especialista.

 

ATENÇÃO!

  • Mantenha sempre os óleos essenciais longe das crianças.
  • Sendo os óleos essenciais substâncias concentradas, não utilize puro na pele da criança, porém sempre diluído em óleo vegetal.
  • No caso de ingestão, dê um pouco de leite à criança, ou procure atendimento médico.
  • Óleos com alto teor de mentona devem ser evitados. Ex: espécies de hortelã.

 

DICA n°1: Cólicas do bebê
Além de fazer os procedimentos de costume, como deitar o bebê de bruços, fazer exercício com as pernas contraindo a barriga, ou compressa de água morna, misture 2 colheres de sopa de Óleo Vegetal de amêndoa doce + 1 gota de Óleo Essencial lavanda + 1 gota de OE gerânio. Aplique na região do abdômen e nas costas, massageando.

DICA n°2: Resfriado
Misture 2 colheres das de sopa de Óleo Vegetal de semente de uva + 2 gotas de OE tea tree + 1 gota de OE limão tahiti + 1 gota de OE alecrim. Massageie o pescoço e o peito do bebê. Faça isso 2 vezes ao dia. Para bebês e crianças.

DICA n°3: Constipação
Misture 15 gotas de OE gengibre + 15 gotas de OE laranja doce em 60ml de Óleo Vegetal de germe de trigo. Massageie a região do abdômen e os pés.

DICA n°4: Cessar o choro do bebê
Misture 5 gotas de gerânio + 5 gotas de OE lavanda + 5 gotas de OE ylang ylang em 60ml de Óleo Vegetal de amêndoa doce. Massageie o corpo do bebê. Outra opção é colocar 5 gotas de qualquer um dos seguintes óleos no aromatizador e cobrir com água: OE cipreste, OE gerânio, OE lavanda ou OE ylang ylang.

DICA n°5: Digestão lenta
Dilua 20 gotas de OE laranja doce em 60ml de OV de semente de uva. Massageie os pés e a região do abdômen. Para bebês e crianças.

DICA n°6: Dor de ouvido
Dilua 60ml de óleo de semente de uva + 20 gotas de OE lavanda + 10 gotas de OE tea tree. Coloque em um cotonete e aplique em volta do ouvido, na região externa e atrás da orelha.

DICA n°7: Febre
Dilua 60ml de óleo de OV de amêndoa doce + 30 gotas de OE lavanda. Massageie o pescoço, costas, pés e atrás da orelha.

DICA n°8: Gripe
Na banheira, dilua 3 gotas de OE limão tahiti + 2 gotas de OE tea tree. Misture bem na água.

DICA n° 9: Soluço
Acrescente 5 gotas de OE tangerina no aromatizador elétrico e cubra com água.

DICA n°10: Icterícia
Dilua 10 gotas de OE gerânio + 5 gotas de OE tangerina + 5 gotas de OE alecrim em 60ml de OV de germe de trigo. Aplique na região.

DICA n°11: Feridas, cortes e machucados
Em crianças acima de 4 anos, pingue 1 ou 2 gotas de OE tea tree no local da ferida. Para cortes e machucados, pingue 1 ou 2 gotas de OE cipreste na hora para estancar o sangramento. Para não deixar cicatrizes, pingue 1 gota de OE lavanda após a limpeza do ferimento.

DICA n°12: Queimadura de sol
Para proporcionar alívio, coloque 12 gotas de OE lavanda na banheira com água fria. Misture bem.

DICA n°13: Sono tranquilo
Acrescente 5 a 6 gotas de OE lavanda na banheira do bebê. Misture bem. Outra dica é pingar 3 gotas de OE laranja no aromatizador elétrico e cobrir com água.

DICA n°14: Congestão nasal
60ml de OV de semente de uva + 20 gotas de OE eucalipto + 10 gotas de OE gengibre. Misture bem. Massageie costas e peito.

DICA n°15: Piolho
Misture em 60ml de óleo de OV de semente de uva + 15 gotas de OE bergamota + 15 gotas de OE eucalipto + 15 gotas OE gerânio + 15 gotas de OE lavanda. Aplique com um algodão no couro cabeludo. Cubra a cabeça da criança com um lenço e deixe agir por pelo menos 2 horas. O ideal é que a criança durma com a mistura na cabeça e lave pela manhã. Repita após 48 horas.

DICA n°16: Catapora
O tratamento com óleos essenciais ajuda a reduzir consideravelmente a duração, o desconforto e a severidade da catapora. Para crianças acima de 4 anos, misture 10 gotas de OE tea tree + 15 gotas de OE lavanda em 100ml de água destilada. Use também no banho os óleos essenciais tea tree, bergamota e eucalipto. Utilize spray com água com a mistura desses óleos. Para cada 100ml de água, 15 gotas de cada.

DICA n°17: Brotoeja
Misture 30 gotas de OE lavanda em 100ml de água. Agite bem. Aplique nas brotoejas várias vezes ao dia. Deixe secar.

DICA n°18: Impetigo
Cientistas têm comprovado o uso efetivo do tea tree para tratar impetigo, além de se mostrar ser um óleo preventivo para tal. Aplique 2 ou 3 gotas de OE tea tree nas áreas infectadas 3 vezes ao dia, em crianças maiores de 4 anos.

DICA n°19: Tosse Contínua
Em crianças, massageie o peito e costas com 60ml de OV de amêndoa doce + 10 gotas de OE lavanda + 10 gotas de OE cipreste + 5 gotas de OE tea tree.

DICA n°20: Hidratante para a pele do bebê
Utilize o óleo corporal de rosas ou óleo corporal de lavanda. Pode ser um pouco mais diluído. Para tal, dilua + 30ml de OV de semente de uva ao óleo perfumado de sua preferência.

(por Giseli Fernandes, estudiosa sobre óleos essenciais, óleos vegetais e produtos naturais terapêuticos)

Fonte: Price, Shirley – AROMATHERAPY FOR BABIES AND CHILDREN; Higley, Alan e Connie – REFERENCE GUIDE FOR ESSENTIAL OILS; Davis, Patricia – AROMATHERAPY AN A-Z. www.abundanthealth4u.comwww.sedonaaromatherapie.com

 

Para criar um filho é necessário uma tribo inteira

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Hoje compartilho com vocês, um precioso texto de Elena de Regoyos, autora do blog http://mamaedoula.blogspot.com.br/ e do site http://mamaememima.com/.

Tem tudo a ver com a proposta desse blog e com a minha proposta de maternagem.

Tenho muito a agradecer às tribos das quais faço parte e que muito tem a acrescentar na minha vida e na de minha família.

 

São diferentes tribos, cada uma com sua forma de lidar com os filhos, todas especiais.

São mulheres, mães, pais e filhos que fazem parte e fazem a diferença. Sou grata. 

 

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O poder da tribo, muito além das mães

Muito vem sendo escrito já sobre a importância da “tribo” para o exercício da maternidade nesta sociedade individualista e apressada na qual vivemos, onde a família não mora mais ao nosso redor,  as amigas não tem tempo para “se dar”, pois devem cuidar também delas proprias no mesmo ritmo frenético, no mesmo isolamento social; e as nossas vizinhas não conformam mais aquela rede de apoio e amizade que maternava a mãe nos anos em que ela devia maternas os filhos.

Ao mesmo tempo, se sucederam algumas décadas de feminismo mal entendido (desde os anos ’60 e ’70), onde o que se preconizava não era a defesa da essência -e da livre escolha- das mulheres em um mundo dominado por homens, senão a necessidade das mulheres sermos o mais similares possível aos homens para poder aspirar a exercer o poder tal e como eles o exerciam até então (e ainda). Esta anulação da mulher e da maternagem tradicional é, ao meu ver, um dos fatos históricos recentes mais prejudiciais para a sociedade, para as mulheres em geral, para as mães (a maternagem) em particular e para as crianças principalmente. Para os adultos de amanhã.
Não amamentar “para não sermos escravas dos filhos dia e noite”; não carregar no colo “para eles não se acostumarem a nosso contato e assim não o demandarem e as mães podermos nos afastar deles sem choros, e portanto, com a conciencia tranquila”; levá-los à escolinha o antes possivel “para a gente recuperar a nossa mal entendida independência e assim voltar ao trabalho a produzir para benefício de outros, dos chefes, da empresa”; não ceder às birras ou demandas deles “para eles não se acostumarem a serem levados em consideração e, assim, aprenderem em que mundo -duro, depredador e impessoal- vivem, se resignarem a ele e deixarem de reclamar aquilo do que precisam”.

Somos produto do sistema, para sermos mais facilmente manipulaveis por ele

Mulheres, portanto, que não são escravas dos filhos, mas que são escravas do empresário que lhes emprega e paga, ou do que a sociedade lhe fez acreditar que ela “devia ser” e que, portanto, elas mesmas se cobram.  Se liberaram? Do que?

Crianças que aprendem que não são importantes, por não serem escutadas, atendidas como precisam e nem tidas em conta. Isso faz, sim, mães “livres” para trabalhar para o empresário de turno, e também crianças resignadas a não receber o que naturalmente estão feitas para receber, todas aquelas coisas que fizeram, durante milhões de anos de história da humanidade, sobreviver e evoluir a espécie. Serão futuros adultos que aprenderam, desde o berço, a não lutar por aquilo que queriam, porque raramente obtiveram resultados quando usaram as ferramentas ao seu alcançe: chorar, reclamar, se recusar a fazer alguma coisa…

Se choravam de noite pedindo companhia ou colo lhes deixaram claro que de nada adiantaria esse pedido, não seriam escutados. O resultado não é criança que aprende a dormir, senão criança que aprende a não pedir. Criança resignada, futuro adulto resignado e sem fê na força dele. Eles aprenderam a não pedir aquilo que a natureza deles lhes disse que precisavam: calor humano, companhia, colo, empatia… de dia e também de noite. Se se recusavam a beijar àquela vizinha, amiga da mãe ou tia distante, eram obrigadas a engolir a vergonha e a desconfiança perante o desconhecido, e a forçar um ato com o proprio corpo que, em teoria, deveria ser algo sincero, carinhoso e, principalmente, voluntário.

Se se negavam a compartilhar um brinquedo por estar brincando nessa hora com ele, eram obrigados a fazê-lo não se respeitando a si mesmos (o brinquedo é deles, e o estão usando nessa hora). Se não sentiam mais fome, eram forçados a comer “mais um pouco”, ou inclusive a terminar o prato de comida. Se caiam no chão e se machucavam o joelho eram treinados para não chorar, porque esse machucado “não é nada”. E se choravam ou “faziam manha” ao serem deixados na escolinha, vendo a mãe ir embora sem ele, eram instados a ignorar a tristeza que sentiam, a não mergulhar demais nas emoções, a não pedirem explicações nem expressarem o seu mal estar e revolta com aquilo, e levados rápida e carinhosamente para se divertir com os amiguinhos cantando musiquinhas alegres e muito fofas.

Treinados e (mal)educados assim, serão pessoas que conformarão sociedades à mercé dos poderes político e económico, sem autoestima, sem fé na força que tem, sem acreditar que devem e podem, sim, se incomodar com o que lhes incomoda e demandar as mudanças necessárias para obter aquilo do que precisam.

A contrarevolução do feminismo

No meio de tudo isso vem com força surgindo, estes últimos anos, movimentos de mulheres que defendem e curtem o “ser mulher” com tudo aquilo que não as faz melhores nem piores que os homens, senão únicas perante eles, poderosas na sua essência de mulher. Mulheres escolhendo livremente o seu caminho, mulheres se permitindo exercer de mulheres, gozando da gestação, parto e criação dos filhos, amamentando e não por isso anuladas pessoal nem profissionalmente. Muito pelo contrário, muitas delas descobrindo novas profissões compatíveis com a maternidade, ou differentes formas de exercer a que já exercíam, sem por isso renunciar aos prazeres da maternagem.

Estas mulheres geralmente fazem parte de redes de mais mulheres empoderadas ou “em proceso de” se empoderar, como elas mesmas. Umas escutam as outras, se ajudam entre si, trocam idéias, sentires e dicas. Se reunem, se ajudam e conversam sobre amamentação, sobre a criação dos filhos, sobre elas mesmas e sobre outros muitos temas alheios à maternagem também. Fazem pic-nics, se inscrevem ou promovem cursos de ioga, shantala, dança ou canto conjunto e até organizam grupos de trabalho para que, enquanto a maioria cuida das crianças na casa de alguma delas, outras aproveitam para trabalhar, escrever, estudar ou o que cada uma precise fazer, em um quarto contiguo, desde o qual poder voltar para atender o filho se ele precisa.

Mas, sobre todo, sobre todo e principalmente, o que fazem estes grupos é não criticar e nem julgar, provocando um aumento na autoestima destas mães, que tomam decisões conscientes e informadas desde o respeito do grupo.

Que viva a tribo!

A tribo nos faz ganhar não só amigas, senão às vezes comadres e até irmãs de coração. Pessoas que estão presentes, que nos escutam, ajudam e apoiam, e as quais escutamos, ajudamos e apoiamos na fase da vida provavelmente mais intensa, poderosa, mas também vulnerável das nossas vidas (aquela fase em que gestamos, parimos e criamos filhos pequenos). Os laços que se criam são quase de sangue, de sangue de parto, de sangue de mãe!

A tribo nos ajuda a nos empoderar, a tribo nos oferece e pede respeito, a tribo ajuda a nos informar com evidências científicas, a tribo substitui quase qualquer terapia psicológica, a tribo nos vê e ouve chorar e gargalhar com as histórias mais íntimas e sinceras jamais contadas. A tribo acolhe. A tribo liberta.

A tribo faz com que os nossos filhos ganhem, também, a propria tribo deles, que é a mesma. Se criam com crianças respeitadas, como eles são. Eles crescem vendo outras crianças “grandes” amamentadas, e não ganham caras de asombro quando se fala em “dormir na cama dos papais”, ou se aparecem de fralda com 3 anos. Eles raramente são obrigados a beijar ninguém e são consolados quando caem e se machucam (mesmo sem “machucado”).

A tribo oferece possibilidades de um monte de atividades conjuntas, pois aí onde as famílias se sentem acolhidas, é onde querem estar. Por tanto passeios, festinhas de aniversário, encontros no parque ou até em manifestações. Cursos, oficinas, workshops, atividades focadas ao bem-estar, ao lazer. Empreendimentos e parcerias novos, surgidos da tribo (cafés para famílias com crianças pequenas, lojas de brinquedos de madeira e não sexistas que fomentam valores positivos, aulas de dança com bebês e tantas outras!).

Mas, por cima de tudo, a tribo te faz livre. Livres as mães e pais de serem as mães e pais que querem e escolhem ser. Livres os filhos, consequencia da liberdade dos pais. Livres os adultos que virão a ser, consequencia das crianças que foram. Livre a sociedade, se lograrmos ser cada vez mais.

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E você? Faz parte de alguma “tribo” de mães? O que tem trazido ela para você? O que significa na sua vida?

Link para o arquivo original: http://mamaedoula.blogspot.com.br/2013/06/o-poder-da-tribo-muito-alem-das-maes.html

3 Passos Para Manter a Calma Quando Seu Filho Perde a Calma

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Mais uma maravilhosa tradução Thiago Queirós, autor do blog que mais me ensina sobre criação com
apego, paizinhovirgula.com, de um texto incrivelmente útil para conseguirmos lidar com os momentos mais difíceis da parentagem.

Aproveitem a leitura pois ela é rica.

3 Passos Para Manter a Calma Quando Seu Filho Perde a calma

Para quem não conhece, a Dra. Laura Markham é psicóloga e tem um belo trabalho, ajudando pais e mães a criar seus filhos com mais afeto. Ela escreveu o livro Peaceful Parent, Happy Kids e também tem um blog chamado Aha! Parenting que eu recomendo muito a leitura.

Há algumas semanas, ela publicou um texto que deveria ser traduzido para todas as famílias, pois diz respeito a uma coisa que todo pai e toda mãe passa: como manter a calma quando o próprio filho já perdeu a calma. Foi com muita alegria que recebi permissão para traduzir o artigo que ela escreveu, cujo original pode ser encontrado aqui, em inglês.

3 Passos Para Manter a Calma Quando Seu Filho Perde a Calma

“Ver o seu filho em sofrimento, e especialmente se essa angústia é direcionada a você, é a experiência mais desconcertante que existe. De maneira selvagem, pensamentos fora do controle afloram espontaneamente para um desastre épico. Raiva, insegurança e outros sentimentos destrutivos rapidamente nublam o seu pensamento. E se você pudesse trabalhar para colocar esses pensamentos de lado, e de uma forma análoga à meditação, concentrar-se em estar presente no momento, concentrar-se em lembrar de respirar? Isso ajudaria você a se concentrar no seu filho, e na tarefa imediata diante de você, ao invés de suas implicações globais.” – Claudia Gold
Quando nosso filhos fazem malcriação, batem, ou estão simplesmente em sofrimento, é natural que nós entremos em pânico. Estamos todos mergulhados no cenário “lutar, fugir ou congelar” porque é que nos sentimos em uma emergência. E se a angústia de nossos filhos é dirigida a nós, então eles começam a se parecer com o inimigo.

Mas é natural que os filhos tenham sentimentos intensos, e também é natural expressá-los. Se nós perdemos o controle quando nossos filhos ficam chateados, nós passamos a mensagem de que seus sentimentos não são permitidos, o que não irá ajudá-los a aprender a regular suas emoções. Pior ainda, nós estamos dizendo que nós não podemos nos controlar até que eles controlem a si mesmos! Independente que eles tenham 5 ou 15 anos, não é isso que queremos oferecer como modelo.

Claro, sabemos que podemos lidar melhor com qualquer situação na criação de filhos quando estamos calmos. Mas quando estamos sob o domínio de emoções fortes, nós não estamos pensando. Nós não podemos nos ajudar.

Ou podemos? E se existissem três passos que ajudassem você a voltar a uma situação de calma, e ainda evitar que o seu filho fique chateado com tanta frequência? Eles existem.

Passo 1: Regule as Suas Próprias Emoções

PARE, LARGUE tudo o que você estiver fazendo e RESPIRE profundamente.
Diminua a pressão: lembre-se de que não há nenhuma emergência. Ninguém está morrendo.
Mude seus pensamentos: diga mentalmente um pequeno mantra: “Ele está agindo como uma criança porque ele É uma criança. Eu sou o adulto aqui.”
Alivie fisicamente a sua tensão: perceba onde você está acumulando tensão no seu corpo e sacuda ela para fora. Respire fundo e expire. Faça um som alto, mas algo que não seja ameaçador. Muitas vezes, a água nos ajuda a ganhar chão. Segure suas mãos embaixo de uma água corrente, ou beba um pouco de água.
Esteja aqui agora. Se você conseguir se trazer para o momento presente, sua tristeza irá embora. Isto porque quando estamos tristes, na verdade, estamos reagindo exageradamente — nós temos emoções desencadeadas pelo passado (“Meus pais já teriam me batido por ter falado algo assim!”) ou pelo medo do futuro (“Meu filho vai ser um sociopata!”). Neste momento, se você conseguir deixar isso tudo passar, não vai existir nenhuma emergência.
Passo 2: Mude a Energia

Faça coisas emocionalmente seguras. Diga “Nós estamos tendo um momento difícil, querido. Vamos tentar fazer tudo de novo.”
Use a Empatia. Reconheça a perspectiva do seu filho. “Parece que você quer _____.”
Encontre um denominador comum. “Você precisa de ______ e eu preciso de ______. Como nós podemos resolver isso?”
Conecte-se. Neste momento, que ação provocaria a cura? Todo o resto pode esperar.
Ajude o seu filho a ficar emocionalmente regulado. Crianças normalmente conseguem fazer isso de maneira mais eficiente quando choram na segurança dos nossos braços/presença. Agora que você está calmo, você pode oferecer a sua compaixão para ajudá-lo a sentir-se seguro o suficiente para chorar. Respire durante todo o processo, sempre se lembrando que as lágrimas do seu filho são sua maneira de abrir o coração e reconectar.
Passo 3: Aprenda a Lição

Aprenda. Quando você estiver calmo, reflita no que você pode aprender do que aconteceu. Como você pode dar suporte a si mesmo para permanecer mais emocionalmente regulada? (Permita-se mais tempo, durma mais, menos compromissos, veja as coisas sob a perspectiva do seu filho?)
Ensine. Mais tarde, quando você e seu filho estiverem sentindo-se calmos e conectados, diga “Nós tivemos um momento difícil hoje, não é? Desculpa, eu fiquei chateado. Eu acho que fiquei preocupado. Eu tenho trabalhado duro para não gritar. O que cada um de nós pode fazer diferente da próxima vez?”
Mude. Se esta é uma situação recorrente, faça uma lista de possíveis soluções e comece a tentar por elas. A vida é muito curta para sofrer os mesmos problemas de novo e de novo.
Claro que você não lembrará destes passos no calor do momento. Então, por que não imprimir uma cola e carregá-la por aí com você? Com alguns meses de prática, você não vai nem lembrar da última vez que você perdeu as estribeiras.

por Dra. Laura Markham, fundadora do AhaParenting.com e autora do livro Peaceful Parent, Happy Kids: How To Stop Yelling and Start Connecting

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Via Paizinho, Vírgula: http://paizinhovirgula.com/3-passos-para-manter-a-calma-quando-seu-filho-perde-a-calma/

Uma matéria sobre slings que poderia melhorar

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Apesar de um pouquinho atrasada, estou de acordo com as meninas.

Sling Seguro | Porque no sling carregamos nosso maior tesouro!

Recentemente saiu uma matéria na Revista Crescer sobre slings. Na realidade foi mais uma nota que uma matéria.

Na opinião de várias fabricantes foi fraca e cheia de informações equivocadas. Por isso estamos em uma Blogagem Coletiva.

Vamos conversar sobre as informações corretas?

– O produto pode ser usado desde o nascimento do bebê. Inclusive e principalmente se ele for prematuro (vejam o Método Mamãe Canguru, o sling é o mesmo método  que pode continuar sendo usado por mais tempo). Dizer que pode ser usado a partir dos 4 meses é uma baita desinformação! Para não ter perigo de sufocamento é só usar corretamente. Por isso sempre procurem comprar o sling com quem sabe ensinar a usar ou envia um material com instruções. Minha filha nasceu prematura e usou o sling desde a maternidade.

– Na hora de ajustar o sling (o de argolas a gente ajusta a altura…

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Que gracinha ele chupa dedo!

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Que é uma gracinha é, neném chupando dedo quase não se vê por ai. Mas isso ,claro, devido as tão famosas chupetas.

E é assim, toda vez que estou na rua com meu filho e ele está chupando dedo alguém vem e diz: “Que gracinha, ele chupa dedo.”, “Dá uma chupeta pra ele!”, “Ele não tem chupeta”… e por aí vai…

Só que não. Minha opção é não dar chupeta. Ele nunca usou, e nem vai, escolha minha e não se discute. E pra quem é fã da chupeta, posso dizer alguns fatores que o dedo é melhor que a chupeta: eles estão sempre disponíveis ao alcance do bebê, não caem e se sujam no chão, não são presos à roupa do bebê de forma potencialmente perigosa e estão sempre sob o controle deles  (claro que não foi isso que me motivou a não dar chupeta, rs).

Especialistas acreditam que a chupeta pode confundir o bebê que mama no peito e dificultar a “pega” correta, além de que o tempo que a criança passa com a chupeta na boca reduz o tempo no peito e pode comprometer a produção do leite.

Miguel chupa dedo desde a barriga e aos 2 meses ele começou a chupar o dedo até pra dormir, ele se consola com o dedinho. Eu prefiro que ele passe a fase oral, só no peito e no dedo ao invés de um objeto de plástico que não traz benefício algum.

Já houve opinião de dentistas que eu desse chupeta, que é muito melhor, mas não me convenceu. Tanto o dedo quanto a chupeta podem afetar o crescimento e desenvolvimento dos dentes, estou ciente disto. Mas a chupeta pode ainda interferir no desenvolvimento da fala, respiração e deglutição.

 

Acontece que pra tudo há algum estudo, e pra variar, fui atrás de saber tudo sobre chupar dedo, e resumidamente o que encontrei foi que chupar dedo é um ato fisiológico e natural que a maioria dos bebês irão experimentar (salvo quando os pais não deixam e empurram uma chupeta no lugar). Os bebês usam a sucção pra se acalmar e fazem isso desde o útero. Alguns não irão mais chupar o dedo entre 1 a 2 anos, outros deixarão esse hábito naturalmente por volta dos 4 a 5 anos, quando desenvolvem outras maneiras de se confortar. Pode ser que alguns mantenham o hábito a noite. Agora os casos em que as pessoas levam esse hábito para a adolescência e até a fase adulta está diretamente relacionado a problemas psicológicos como por exemplo, carência afetiva.

Sei também que se este hábito persistir, será mais difícil tirar que uma chupeta. Mas com muita conversa, reforços positivos e motivação sei que conseguiremos.

Segue um link sobre o assunto, muito legal e bem completo:

http://truelove.com.br/2012/09/porque-chupar-o-dedo-e-melhor-do-que-chupar-chupeta/